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Emilene Ramos
Tratamento Avançado de Feridas

Pé diabético: sinais de alerta e cuidados para prevenir ferida

Foto do escritor: SAÚDE LASER
SAÚDE LASER
15 de ago.
3 min de leitura

Atualizado: 14 de set.

O pé diabético é uma das complicações que mais exige atenção nas pessoas com diabetes. Pequenos machucados, bolhas, rachaduras, calos ou unhas encravadas podem evoluir para feridas de difícil cicatrização, principalmente quando existem alterações na circulação ou redução da sensibilidade dos pés.

Por isso, observar os pés diariamente e procurar atendimento especializado diante dos primeiros sinais de alteração pode fazer muita diferença.



O que é o pé diabético?

O termo pé diabético é utilizado para alterações nos pés relacionadas ao diabetes, especialmente aquelas associadas à neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecções e feridas.

A perda ou diminuição da sensibilidade é particularmente importante: a pessoa pode sofrer um pequeno corte, queimadura, bolha ou pressão excessiva do calçado e não perceber a lesão imediatamente.

Sem os cuidados adequados, uma pequena alteração pode evoluir para uma úlcera e, nos casos mais graves, apresentar infecção e outras complicações.


Quais são os sinais de alerta?

Algumas alterações merecem atenção:


  • feridas que demoram para cicatrizar;

  • bolhas, fissuras ou rachaduras; 

  • calos e calosidades;

  • vermelhidão ou inchaço; 

  • secreção ou mau cheiro;

  • unhas encravadas ou com alterações;

  • mudança na coloração ou temperatura dos pés;

  • formigamento, dormência ou perda de sensibilidade.


Mesmo uma pequena ferida no pé de uma pessoa com diabetes não deve ser ignorada.


Como prevenir feridas no pé diabético?

A prevenção começa com cuidados simples no dia a dia. É importante examinar os pés diariamente, manter a pele limpa e hidratada, utilizar calçados adequados e evitar andar descalço.

Calos, unhas encravadas, fissuras e outras alterações também precisam de atenção. A retirada inadequada de calos ou o corte incorreto das unhas pode provocar lesões, principalmente quando há diminuição da sensibilidade.

Além disso, o acompanhamento regular do diabetes e o controle da glicemia são fundamentais para reduzir o risco de complicações.


Já existe uma ferida. O que fazer?

Uma ferida no pé diabético deve ser avaliada o quanto antes por profissional de saúde capacitado.

A avaliação permite identificar características da lesão, condições da pele, sinais de infecção e possíveis alterações circulatórias ou de sensibilidade, além de definir os cuidados mais adequados para favorecer a cicatrização.

Dependendo do caso, o tratamento pode envolver limpeza adequada da ferida, curativos avançados, controle da umidade, proteção da região, alívio da pressão sobre a lesão e terapias complementares, sempre de acordo com a avaliação individual.


Atendimento especializado em Porto Velho

A Dra. Emilene Ramos (Especialista em Enfermagem Dermatológica - Coren-RO 703605, Expert em Cicatrização) atua em Porto Velho com prevenção e cuidados com o pé diabético e tratamento de feridas, realizando avaliação individualizada e acompanhamento da evolução da cicatrização.

O atendimento também contempla cuidados relacionados a calos e calosidades, fissuras, alterações nas unhas e outras condições dos pés que possam aumentar o risco de lesões, além da utilização de tecnologias e curativos avançados quando indicados.

Tem diabetes e percebeu alguma alteração ou ferida nos pés? Não espere a lesão aumentar.

Informação em Saúde: A avaliação periódica dos pés em pessoas com diabetes é uma medida preventiva fundamental para a detecção precocemente de alterações na pele ou na sensibilidade, auxiliando na manutenção da integridade cutânea e na prevenção de complicações. __________

💬 Emilene Ramos - Laserterapia no Tratamento de Feridas, Úlceras e Queimaduras.

Diretora e Responsável Técnica da Saúde Laser - Porto Velho - RO.

 

Você é diabético e está com alguma enfermidade no pé?


Fale diretamente com a especialista e saiba como funciona a avaliação.



 
 
 

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Nota:  Conteúdo de caráter informal.
Não  constitui  referência  acadêmica.
Não substitui a consulta e o diagnóstico profissional.

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